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Rui Costa Pinto - Jornalista/Editor/Publisher

quinta-feira, dezembro 08, 2016

Voltamos às Grandes Obras ruinosas do Regime?

Marcelo: o que esconde a crise na CGD?

O presidente da República continua desesperadamente a tentar branquear o que se passou e está a passar na Caixa Geral de Depósitos. As declarações do presidente da República quase parecem roçar o desespero, com apelos sucessivos a um pacto de silêncio (mais um!) para, eventualmente, que tudo fique na mesma. É assim que se defende o sistema financeiro? Até quando? Até mais um escândalo qualquer como o BES, o BANIF e a CGD? Por que será?

Os salários da CGD e os motoristas de Estocolmo e Nova Deli

As teias que o poder tece

CGD: a esquerdalhice

Alguém de esquerda poderia imaginar que Bloco, PCP, PEV e  PS fossem capazes de chumbar projectos sobre a «transparência e remunerações na Caixa Geral de Depósitos».

Pós-verdade

CGD: a hora dos trabalhadores

A roubalheira a céu aberto que se verificou na Caixa Geral de Depósitos, para já sem qualquer risco para quem a liderou, vai ter um preço alto para os trabalhadores do banco público e para todos os contribuintes: por um lado, os  portugueses vão ter que lá colocar milhares de milhões de euros (ainda não se sabe quanto, pasme-se); por outro lado, 2200 trabalhadores vão para a rua, 180 balcões vão ser encerrados e ainda está prevista a alienação das operações em Espanha, Brasil e África do Sul, e fecho de escritórios em Londres e Nova Iorque.

Orgia ruinosa na Caixa


quarta-feira, dezembro 07, 2016

“Eu e os Políticos” à venda

PJ faz buscas na Santa Casa da Misericórdia

Os maiores erros na gestão da Caixa Geral de Depósitos

terça-feira, dezembro 06, 2016

Passos Coelho: problema irrevogável

Pedro Passos Coelho pode mobilizar o país para esclarecer o escândalo que se está a passar na Caixa Geral de Depósitos, com a conivência do PM e do PR. Mas o líder do PSD foi o que foi e este PS de António Costa sabe-o bem, e sabe como aproveitar. Como noutros dossiers quentes, Passos Coelho não foi até ao fim, travado pelas pressões. E, por isso, não tem legitimidade para apontar o dedo no caso da CGD. Talvez se comece a perceber muito melhor, agora, a razão pela qual Paulo Portas se colocou ao fresco...

Fiem-se no Draghi e não corram...

Donde vem a revolta contra a Europa?

Uma estratégia suicida

Ligações perigosas


O fim da Europa


segunda-feira, dezembro 05, 2016

Super agente e super silêncio

Depois do lustroso Horta Osório, a imprensa portuguesa descobriu os feitos internacionais do ainda mais enjoativo Jorge Mendes. Como este último está na berra, por causa da alegada fuga de impostos de Mourinho e Ronaldo, não seria interessante saber quem é o responsável pelos contratos e planeamento fiscal da Gestifute?


P. S. É esperada a qualquer momento uma declaração de Marcelo Rebelo de Sousa...

Costa e o "difícil"

A entrevista da RTP ao primeiro-ministro foi mais do mesmo. Uma pergunta "difícil",  outra menos "difícil", sempre com o mesmo resultado: abordar muitos temas, mas nunca os aprofundar. É a RTP e o poder!

Há perguntas para responder na Caixa

Caixa: a questão que queima

O que está na origem dos monstruosos prejuízos da Caixa Geral de Depósitos? Eis uma pergunta varrida para debaixo do tapete por políticos, jornalistas e opinion makers. Parece que a pergunta queima... E ninguém está interessado em trazer para o debate público a responsabilização de um saque tão elevado, salvo raras excepções que olham para o cerne da questão. Entretanto, paralelamente, o presidente da República e o primeiro-ministro continuam a liderar o bailete com a novela da escolha do presidente, do salário e da declaração de rendimentos.

Matteo Renzi de fora

CGD e os governantes

O PCP mudou? Claro que não: olhe para Cunhal

Desta vez não dá

O congresso histórico de Jerónimo de Sousa

O novo bom aluno


Uma lição nórdica


Golpe do regime na Caixa Geral de Depósitos

«Por causa deste plano, os gestores dos grandes grupos económicos que devem centenas de milhões de euros à Caixa e continuam a precisar de injecções permanentes de financiamento ficaram muito preocupados. As exigências de novas garantias aos créditos concedidos vão aumentar; as diligências para recuperar pagamentos em atraso vão apertar. Os financiamentos correntes vão secar. Os novos créditos vão desaparecer para alguns dos beneficiados do Regime. E podemos pôr nomes nestes grandes devedores à CGD: Grupo Lena, José Berardo, Grupo EFACEC de Isabel dos Santos, Vale do Lobo, grupo Artlant (La Seda), Auto Estradas do Douro Litoral do Grupo Mello, que também tem outros créditos da CGD, Grupo António Mosquito dono do DN e JN, etc., etc.».

sexta-feira, dezembro 02, 2016

François Hollande: aviso à esquerda

O verbo fácil, o patrioteirismo e  um país falido levaram o presidente da República francesa à humilhação maior de anunciar que não se recandidata. Nem as bandeiras de um esquerda falida lhe permitiram ultrapassar a realidade.

P. S. A saída de cena de Hollande merece respeito.

PCP: começou o XX congresso

É um encontro histórico: vai marcar a afirmação ou a subalternização dos comunistas no panorama da esquerda portuguesa.

Tomates podres

«Se existe democracia em Espanha, à monarquia o deve».

A Europa está nas mãos de Erdogan

Será que nos importamos?


Unidades regionais

quinta-feira, dezembro 01, 2016

Marcelo ataca Passos

O tempo da intrigalhada e das manobras de bastidores já lá vai! Agora é oficial! O Presidente da República não vai descansar, aparentemente, enquanto não correr Pedro Passos Coelho da liderança do PSD. Ao defender o feriado de 1º de Dezembro, sem se esquecer de atacar quem o suspendeu, Marcelo Rebelo de Sousa tomou partido, justa ou injustamente, sem enquadrar a decisão de um Executivo que, além de ter ganho as eleições, teve de adoptar medidas excepcionais que, porventura, permitem a Marcelo e a outros continuar a esbanjar dinheiro em folclore de duvidosa utilidade e, já agora, gosto.

Estamos melhor ou pior? Para onde olhar

Acordo secreto

CGD: Paulo Macedo e o risco

O sistema continua a funcionar. E o Bloco Central também. Paulo Macedo (especialista em impostos, saúde, banca e seguros) parece ser o eleito para liderança da Caixa (curiosamente, parece que também era o ideal para o Banco de Portugal). Só há um grande risco: lembrar-se de convidar outros "banqueiros" de primeira linha com quem trabalhou de livre vontade. Lembram-se? Carlos Santos Ferreira e Armando Vara. A seguir...

quarta-feira, novembro 30, 2016

Bloco e comunistas: a coerência ainda choca

Além do doentio tique de curvar a coluna à medida das conveniências e do parolo frufru sobre o vestido repetido da rainha - Alô, Marcelo, o Estado Novo já foi! -, é reconfortante saber que há partidos políticos que se distanciam da infantilização da relação entre Estados e ainda têm um pingo de coerência. A atitude dos deputados do Bloco de Esquerda e do Partido Comunista, depois do discurso de Filipe VI na Assembleia da República, fazem parte de um statement político. Confundir tais atitudes com boa educação e sentido de Estado é não perceber nada da política e da Democracia. Enfim... Criados!

Passagem de modelos à esquerda para eleitor ver

Normalidade vende-se. Costa compra. Portugal paga.

Vale a pena estar no poder

Fidel Castro e as ditaduras fofinhas

O símbolo da espanholização?

«Não terá sido decerto pela influência de Madrid que assistimos a uma verdadeira novela mexicana na Caixa Geral de Depósitos, o banco do Estado português. Pior enredo seria difícil! Com atores tão fracos a todos os níveis. E o único interesse em acompanhar as cenas dos próximos capítulos advém da dura realidade de sabermos que estamos a falar do nosso dinheiro e do capital das nossas empresas. Estamos a falar da credibilidade do maior banco nacional, do setor e do sistema financeiro. E se há um único skill que a banca não pode perder é mesmo o da confiança. Para que a confiança não se perca de vez - até porque os profissionais da Caixa Geral de Depósitos não merecem que a sua imagem esteja a ser denegrida - é bom que a solução seja conhecida rapidamente, que se conheça a nova equipa que vai gerir a instituição e que se recapitalize, sem dramas, porque isso, no final do dia, é o mais importante. Já agora, esperamos que os próximos protagonistas passem no curso de formação para banqueiros e com distinção».

Entre marido e mulher o quê?

A geringonça afinada


terça-feira, novembro 29, 2016

Passos Coelho responde a Marcelo Rebelo de Sousa

O líder do PSD, ontem, não deixou quaisquer dúvidas. Não haverá entendimentos com este PS aliados ao Bloco e ao PCP. Marcelo Rebelo de Sousa, para já, fica a falar sozinho. E ou mete as mãos na massa, às claras, ou então vai ter de continuar a trabalhar na sombra para correr com Passos Coelho da liderança do PSD.

CGD: a história por contar

A ruinosa gestão do dossier da Caixa Geral de Depósitos voltou ao Parlamento. Mesmo no dia de aprovação do Orçamento de Estado para 2017. Aumentam os sinais de que ainda há, depois da demissão de António Domingues, uma história por contar apesar do silêncio de Marcelo Rebelo de Sousa, António Costa e Mário Centeno. 

CGD: Álvaro Santos Pereira quer política fora

segunda-feira, novembro 28, 2016

Marcelo, reis, branqueamento e continua o bailete

«A batalha pela melhoria da auto-estima de um povo é muito mais do que um bailete».

Caixa: confidencial

«Informação confidencial e conflitos de interesses. Outros casos que abalaram a gestão de Domingues».

António Filipe escreve sobre Fidel

Caixa: e continua a valsa?

A próxima novela, dentro e fora dos corredores do poder, vai passar pela escolha do novo presidente da Caixa Geral de Depósitos. Porventura, alguns ainda esperam por Armando Vara, Santos Ferreira, Faria de Oliveira, entre outros "banqueiros" com ligações ao PS e PSD. Outros ainda esperam também por Paulo Macedo ou Luís Campos e Cunha, já testados noutras danças. Mas ainda há portugueses que esperam um nome que não tenha entrado nesta valsa.

Novela demasiado cara

O muro de Fidel

«Fidel Castro derrubou um ditador mas nunca construiu uma democracia».

Bloco: passos em frente

Nas últimas grandes polémicas, Catarina Martins (com a válvula chamada Louçã) tem protagonizado posições firmes. Seja na Caixa ou no momento de falar sobre a morte de Fidel, a líder do Bloco de Esquerda deu provas que o Bloco não se vai deixar engolir tão facilmente como António Costa julga. 

Não são “erros”, mas crimes

Um ditador é um ditador. Ponto final, parágrafo

«O balanço de quase 57 anos de castrismo é trágico».

domingo, novembro 27, 2016

CGD: a grande mentira


P. S. Quanto tempo vai demorar Marcelo Rebelo de Sousa a engolir o atestado de estabilidade que passou à CGD e ao país?

O tempo

Fidel e a História

A cobardia não vende

Fidel, os assassinos e o embargo

Não vale a pena reescrever a História. E inventar teses criativas para disfarçar a realidade dos factos: não fora o embargo económico, ignorante e miserável dos Estados Unidos da América, Fidel Castro seria apenas recordado como mais um ditador e fanático que  matou o seu povo e condenou à miséria sucessivas gerações de cubanos.

Costa: um ano e a velha encenação

O balanço de um ano de governação, feito pelo próprio primeiro-ministro, em directo, ao vivo e a cores, fez jus à velha encenação de uma certa esquerda que nos atirou para o abismo. Faz lembrar os momentos que antecederam os regates de 1978, 1983 e 2011. E mais: é a mais recente prova da demissão do verdadeiro jornalismo de escrutínio.

Costa, um animal de pântano

«O líder do PS continuará no seu elemento natural».

sexta-feira, novembro 25, 2016

O deslize de Costa

De número em número, para tentar disfarçar o desastre que se abateu sobre a Caixa Geral de Depósitos, só faltava António Costa em versão vítima, como oportunamente antecipado e previsto. Mas uma entrevista é sempre uma entrevista, mesmo que tenha parecido mais um frete a um dos patrões. E, num deslize imprevisto, António Costa lá acabou por confessar que ainda não tinha conseguido engolir o fecho do Grupo Espírito Santo e do BES. É verdade! Nem Costa, nem Marcelo, nem muitos outros. Afinal, para alguns há sempre espaço para a mão protectora do Estado, mesmo que seja para salvar um bando de irresponsáveis, ladrões e corruptos à custa dos contribuintes. Ora, Passos Coelho, enquanto primeiro-ministro, acabou com a fantochada e fechou a torneira. O resultado está à vista: esta elite rasca não descansará enquanto não o liquidar.

#blackfriday

Só cai quem quer; e só é roubado quem se deixa roubar.

Marcelo, Costa e a Constituição

Não é preciso ser constitucionalista para saber que o papel do Presidente da República de Portugal é muito mais do que ser a Rainha de Inglaterra destas bandas. Mas é preciso não saber uma linha da Constituição para desvalorizar o papel cada vez mais interventivo de Marcelo Rebelo de Sousa na esfera do Executivo. Enquanto o PR e o Governo estiverem de acordo, mesmo numa trapalhada monumental como a CGD, tudo vai correr bem institucionalmente, enquanto a polémica já caiu na rua. E quando houver divergências?

Qual é o problema da esquerda com Trump?

Sobre a opacidade na OPA ao BPI

A bênção do Presidente no aniversário da geringonça

quinta-feira, novembro 24, 2016

CGD: rastilho da crise que António Costa deseja?

Presidente e o PM fingem que está tudo bem. Infelizmente, não está. Basta verificar o que se está a passar na CGD: «Bloco de Esquerda votou ao lado do PSD a proposta de obrigar gestores da Caixa a declarar rendimentos ao Constitucional. Limites salariais na CGD propostos pelo PSD e BE foram chumbados».

Domingues ainda continua na Caixa?

Depois de tudo o que se passou, com a extraordinária validação presidencial, a manutenção de António Domingues na na liderança da Caixa ultrapassa toda a racionalidade, mesmo que se admita que tal só é possível dado o ambiente podre em que o país e a banca vivem há décadas em Portugal. Mas será só isso? O que justifica, na verdade, a manutenção deste gestor na liderança da Caixa? O mesmo que justificava Santos Ferreira? Armando Vara?

Uma Galambada, perdão, de gargalhada

Ex-espião ao vivo e a cores

(SOBRE AS ILEGALIDADES PRATICADAS NOS SERVIÇOS SECRETOS):

Marcelo: o estadista... de pacotilha?

E depois Obiang Nguema... Abdel Fattah El Sisi. Uma vergonha! Com o governo sorridente e os partidos com representação parlamentar calados, designadamente o Bloco de Esquerda e o PCP muito caladinhos.

P. S. E agora mais uma: «União Europeia desmente António Domingues: Passos disse a verdade». E o presidente fala de estabilidade e reforço da CGD.


União Europeia desmente António Domingues: Passos disse a verdade

O caso da CGD, voluntarismos e ilegalidades

CGD: muito mais do que caso de polícia

Depois da transferência de Santos Ferreira e Armando Vara da Caixa Geral de Depósitos para o BCP, em 2007, ficámos agora a saber que António Domingues, enquanto administrador do BPI, tomou parte nas negociações da recapitalização da Caixa Geral de Depósitos.

A culpa solteira

«A culpa para a degradação da Banca é dividida entre banqueiros, grandes acionistas e supervisores».

quarta-feira, novembro 23, 2016

A violência simpática da esquerda que nos salva da barbárie

CGD: uma telenovela trágica

A deriva totalitária

Sócrates perde novo processo da mordaça contra o CM


terça-feira, novembro 22, 2016

"Isto é bom para nós?"

Porque é que Costa é hábil, e Passos não?

O tanto que está por fazer

O poder de fora


Compra da TVI. Operação Marquês descobre novas provas do plano de Sócrates

segunda-feira, novembro 21, 2016

Costa com novo número

Não tarda nada, com a novela da Caixa em curso, estamos à beira de poder assistir a mais um novo número do primeiro-ministro: António Costa, com ar de vítima, numa televisão qualquer, a garantir que a trapalhada da Caixa foi uma invenção/conspiração de Passos Coelho e Cristas.

Que miséria!

O estado do passismo

«Neste momento, tudo conspira contra Passos Coelho».

Redes sociais e mentira


A verdade das Finanças


domingo, novembro 20, 2016

Os lambe-botas do sistema

À esquerda e à direita, os lambe-botas do sistema, vulgares oportunistas, só descobrem a careca quando muda poder. O padrão é simples: quais "idiotas" e "gentinha" que faz pela vidinha, basta verificar os projectos editoriais que foram ao charco ou estão em vias de extinção. E quanto aos líderes de opinião, quais tubo-comentadores, basta ver o panorama geral... É patético!

Trump politicamente correcto

A sucessão no PSD

O mundo que criámos


Ou audiências ou interesse público

Profissionais e amadores

A crise não acabou

«Uma andorinha não faz a primavera. É cedo para decretar o fim da crise».

Superespião condenado, Vasconcellos absolvido

sexta-feira, novembro 18, 2016

Costa e Centeno: do descaramento à pressão

Mais uma vírgula

Para quem pode: no Correio da Manhã.

Lodo


Tribunal Constitucional: um proforma

A notícia da revista Sábado sobre dois juízes do Tribunal Constitucional, em que denuncia que Lino Ribeiro não revelou qualquer rendimento desde que iniciou funções e Gonçalo Almeida Ribeiro não indicou uma única conta bancária, revela como a instituição negligencia o escrutínio de uma matéria tão sensível e importante. Já sabíamos que assim era em relação aos políticos e detentores de cargos públicos... Mas em relação aos juízes da própria casa?

Em Portugal, o perigo não é um Trump, mas um Putin

Comandos: justiça ou psicologia?

O Ministério Público, através da procuradora Cândida Vilar, concluiu que os militares detidos, que foram constituídos arguidos, estavam «movidos por ódio patológico e irracional». Quer dizer que estavam doidos? Que são malucos? Ou será o início triste do branqueamento de uma cultura militar criminosa, arbitrária, incompetente e desumana?

É só vapor

Confiar no diabo


As forças de elite e a medicina

Corrupção é um dos principais problemas

Angola, um país rico com 20 milhões de pobres

GRANDE REPORTAGEM SIC

quinta-feira, novembro 17, 2016

Sete militares detidos na investigação à morte dos dois comandos

Catedrais


Uma Comissão Europeia assumidamente política

Chamar os bois pelos nomes!

Mundo Trump

A lição de Bob Dylan

terça-feira, novembro 15, 2016

Tenham medo: Trump pode acabar com a austeridade na América

Crescimento económico:boa notícia, mas...

Os dados do 3º trimestre são uma boa notícia, com o registo de um crescimento de 0,8%. Mas é pouco, ainda é muito pouco...

Bruno Carvalho: mais um momento triste para o Sporting

A conferência de imprensa do presidente do Sporting, tentando explicar o inexplicável, é mais uma página triste do Sporting Clube de Portugal.

P. S. O comentário desportivo, com mais ou menos cuspidela, está ao nível do futebol português fora das linhas.

Ministro da Educação: político do século XIX

Tiago Rodrigues parece um político do século XIX, continuando a não dar sinais de vontade/intenção/plano para reduzir um dos "Monstros" do "Monstro". E no Parlamento, continua a falar, falar, falar... Sem dizer nada de relevante.

Shame on you

Crescimento económico

Trump e o estado de negação

«Como pode um país que reelegeu Obama ter eleito agora Trump?».

segunda-feira, novembro 14, 2016

Ilusões e desilusões


«O último relatório da quarta avaliação sobre Portugal do Grupo de Estados Contra a Corrupção, centra-se exclusivamente na necessidade de reforçar os princípios éticos, as regras deontológicas e os conflitos de interesses de três grupos profissionais: os parlamentares, juízes e procuradores. É curioso funcionarmos com a ilusão estúpida e perigosa de que o simples juramento de honra, os princípios constitucionais, os Estatutos profissionais são a bandeira de uma honestidade á prova de fogo. Não são. A recusa em admitir essa fragilidade enfraquece a capacidade de nos submetermos sempre ao escrutínio público. (...) No sentimentalismo da ilusão trouxe o meu neto de cinco anos a visitar o tribunal. As crianças gostam e acreditam nos tribunais. Ele abeirou-se da janela frente ao rio e disse-me: “Tens muita sorte, o teu gabinete está perto do Cristo-Rei!”».

Os trumpistas estão no meio de nós (olhe para o lado)

Casa Branca 2016: Afinal, o “sistema” não estava “viciado”

O elefante Donald

O ministro e a Caixa

Não há demissões?

domingo, novembro 13, 2016

Histéricos, falsos e derrotados

É extraordinário como uma certa esquerda continua a tentar escamotear a monumental derrota de Barack Obama nas presidenciais norte-americanas. Além da eleição de Donald Trump, os democratas perdem em toda a linha no Senado e na Câmara dos Representantes. Depois de Blair e de Hollande, qual é o mistério?

Pedro Ferraz da Costa ao DN

"Un président ne devrait pas dire ça..."

«Com o alarido de Trump, passou quase inteiramente despercebido o livro de dois jornalistas franceses, Gérard Navet e Fabrice de Llomme, que contam através de 100 horas de gravações directas o que foi o mandato do Presidente da França, François Hollande (“Un président ne devrait pas dire ça…”). O ambiente do Palácio do Eliseu era desde o primeiro dia um ambiente de hipocrisia, de calúnia, de intriga, de mentira e de grossa traição. Para já não falar das cenas conjugais (não estou a falar de sexo) que Hollande conduzia em público, na maior indignidade e que envolveram zaragatas notórias entre as sucessivas senhoras que caíram na asneira de se envolver com ele. Nos dias normais, ministros, secretários de Estado e representantes dessa espécie imunda que dá pelo nome de assessores, não faziam outra coisa senão tentar liquidar o próximo pelos métodos mais torpes da cartilha. Isto não é novo. O que é novo é que Hollande se achasse um grande chefe militar».

Façam um Plano C

Da espiral do silêncio à da surdez

sexta-feira, novembro 11, 2016

António Domingues: está na hora

O tempo do ex-administrador do BPI à frente da Caixa chegou ao fim. E se não fossem os eventuais interesses escondidos que presidiram à sua escolha, então já teria sido demitido por indecente e triste figura. É que nem o governo pode colocar os seus e/ou interesses de terceiros acima da Lei.

O real dos média

Tudo é negócio?

Porque é que os pobres votam Trump?

quinta-feira, novembro 10, 2016

Marcelo: auto-estima, pântano e bailete

AS BOAS OBRAS

AS BOAS OBRAS, de Susana Martins, na revista Frontline.


O mundo fica do lado de fora da bolha

As bactérias resistentes que continuam

Estamos zangados, com razões e sem razão

A lição americana

Trump é boa notícia


Lição americana

quarta-feira, novembro 09, 2016

A revolução dos “deplorables” e a derrota histórica do “establishment” boquiaberto

«Há muitos derrotados. O establishment, claro está, que tudo fez para eleger Hillary Clinton. O Presidente Obama que, rompendo com a convenção de muitas décadas, decidiu meter-se a fundo na campanha (como vai agora engolir o que disse e trabalhar numa transição tranquila, veremos). Michelle Obama que, apesar de toda a simpatia e projeção mediática, simplesmente falhou na mobilização do eleitorado afro-americano. A comunicação social progressista que levou a candidata ao colo e patrocinou sistematicamente os ataques moralistas a Trump (aliás, inventaram os Republicans for Clinton, que evidentemente não existem eleitoralmente, mas esqueceram-se dosTrump Democrats que, sim, existem e muitos deles são latinos e mulheres), nomeadamente o NYT, a CNBC e a CNN. Todo o universo das sondagens e especialistas da estatística eleitoral que não perceberam o que estava a acontecer; o terramoto do mapa eleitoral passou-lhes ao lado. Os artistas e os intelectuais que prejudicaram a candidata com a arrogância do discurso dos americanos bons (minorias, mulheres, brancos com estudos) e dos americanos maus (brancos sem estudos). E o movimento feminista que evidentemente não soube compreender o voto feminino (“inesperadamente”, muito dele foi para Trump)».

Sabemos quem perdeu, não quem ganhou

O politicamente correto e as web summit criaram Trump

Novos imigrantes norte-americanos

São ricos e célebres. E prometeram abandonar os States no caso de vitória de Donald Trump. Boa viagem!

Bryan Cranston

Samuel L. Jackson

Lena Dunham

Neve Campbel

Cher

Miley Cyrus

Barbara Streisand

Ne-Yo

Amy Schumer

Chelsea Handler

Jon Stewart

Whoopi Goldberg

Keegan-Michael Keyo.”

George Lopez

Ruth Bader Ginsburg

Al Sharpton

E depois da vitória de Trump: não aprenderam nada

É hilariante ouvir as reacções desta esquerda "iluminada" depois dos resultados das presidenciais norte-americanas. Ah, a culpa é do populismo... Só falta desvalorizarem as eleições livres.... Ou melhor: ao estilo do prof. Bambo, com laivos catastrofistas, eis os novos porta-vozes da desgraça mundial. Não aprenderam nada com a vitória alcançada por Donald Trump. E ainda não perceberam o Brexit. Ingenuidade? Hipocrisia? Ou a desesperada tentativa de manter o status quo em que tão bem navegam a fazer de conta que enfrentam aqueles que mais beneficiam com o actual sistema caduco e corrupto? 

Acordámos num mundo que não conhecemos

E agora, América? O impossível aconteceu

Trump eleito