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Rui Costa Pinto - Jornalista/Editor/Publisher

terça-feira, junho 27, 2017

What else?

Cooperação premiada?

«Há crimes graves cuja investigação em muito beneficiaria com a cooperação premiada».

A desresponsabilização do Estado nas creches

Do luto à responsabilidade

Brasil: aí vai mais um


«Temer acusado de corrupção passiva».

O homem que afinal não tem sempre sorte

Brilhante

«Brilhante como rapidamente se chegou à árvore atingida por um raio que originou o monstruoso incêndio. No meio de milhares de árvores, foi aquela! Brilhante, mesmo que depois a própria tutela do Ministério Público diga que investiga no teatro do incêndio e que até se desconfie que a trovoada seca tivesse sido posterior ao início do incêndio!». 

segunda-feira, junho 26, 2017

What else?

Passos Coelho chamuscado

Não, não é politicamente desculpável. A ligeireza inacreditável e o abismo profundo passam a ser as suas marcas, da afirmação ao pedido de desculpas

Indignidade nacional

Tudo é nada. E o nada é medo

Os limites de Marcelo


Branquear ainda mais do que o branco

O calor, a trovoada seca e a árvore? Pois!
SIRESP? Obviamente!
Autoridades indicam estrada alternativa? EN236!
Ainda bem que não estavam lá bombeiros? Claro!
Imprevisível? Ninguém tem dúvidas!
Resultado? 64 mortos!
Demissão da ministra? Nãooooo! 

P. S. Lave com OMO, mas líquido!

A Ronaldomania

Incêndio Pedrogão e o suicídio

Passos Coelho denunciou. Resta saber se é o líder da oposição ou o primeiro-ministro quem está a mentir. Lá chegaremos, apesar das campanhas...

O seguro de Portugal está em Sintra

A tradição ocidental da liberdade sob a lei

Há muito a repensar

domingo, junho 25, 2017

What else?





Dead Poets Society popularizou, entre outros, um poema maior:
"Carpe Diem", poema de Horácio (Odes, I, 11, 8 “A Leuconoe”)

Não procures, Leucónoe — ímpio será sabê-lo —,
que fim a nós os dois os deuses destinaram;
não consultes sequer os números babilónicos:
melhor é aceitar! E venha o que vier!

Quer Júpiter te dê inda muitos Invernos,
quer seja o derradeiro este que ora desfaz
nos rochedos hostis ondas do mar Tirreno, 
vive com sensatez destilando o teu vinho 
e, como a vida é breve, encurta a longa esp’rança. 

De inveja o tempo voa enquanto nós falamos: 
trata pois de colher o dia, o dia de hoje, 
que nunca o de amanhã merece confiança. 

(Tradução de David Mourão-Ferreira)





Um Parlamento trivial

Ministra sem condições

Constança Urbano continua em funções porque tem a confiança do primeiro-ministro. Indiferente à perda de confiança dos portugueses.

P. S. Ah, José Júlio Pereira Gomes, o ex-putativo candidato a líder dos serviços de informações também teve a confiança do PM... António Costa deu o dito pelo não dito em 48 horas...

Passos Coelho flamejante

Luto nacional

sábado, junho 24, 2017

Sábado! What else?


Entrevista imaginária


#osmiseráveis

«A miséria pode ter muitas expressões».

A farsa de Marx

PCP continua a falsificar a História

PCP: simplesmente triste

Há qualquer coisa que a todos nos liga ao PCP. Talvez o sonho. Talvez o combate à ditadura. Talvez os amigos (poucos) pessoais. Apesar da coerência e da incoerência, que têm dias, há limites para as manobras de uma espécie de freelancers.

sexta-feira, junho 23, 2017

What else?

Marcelo e Costa bazam

Ou muito me enganam ou sexas Marcelo e Costa vão desaparecer de fininho nos próximos tempos. É que as perguntas são tantas... E tão incómodas...

Sr. Presidente, Sr. Primeiro-Ministro, peçam desculpa!

Maus ventos em França

«Graças a um sistema eleitoral iníquo e injusto, Macron ficou à beira dos plenos poderes, apoiado por um partido ultramaioritário no parlamento que é minoritário na opinião pública».

SIRESP: é notícia

É preciso ler e reler mais que uma vez: «SIRESP esteve em baixo catorze horas e meia»

Excessos presidenciais

Estado de desgraça

«O incêndio de Pedrogão Grande veio alterar isso tudo. O estado de graça esfumou-se, a começar pelo do Presidente da República. As declarações precipitadas de Marcelo Rebelo de Sousa - de tanto falar, um dia haveria de errar - de que "não era possível fazer mais" colocaram-no na posição insustentável de alguém que surgiu mais interessado em aplacar ânimos e distribuir afetos do que, perante a gravidade dos acontecimentos, pedir explicações e exigir responsabilidades. Quanto ao Governo, falhou na sua obrigação de proteger a comunidade que serve, deixando à mostra o país que somos, desordenado, desorganizado, mal preparado, que mais uma vez se afunda nas suas limitações».

Foram só 64?

«O optimismo de Costa não é irritante; É arrepiante».

O preço do SIRESP


Chamem a polícia. Isto é mau demais

quinta-feira, junho 22, 2017

What else?

A incompetência é evidente. Apurem-se os responsáveis

Desculpa, Pedrogão Grande

Respostas transparentes e independentes

Inverno, o tempo dos vivos

A conta

99% de sucesso. 64 mortos. É isto que queremos?

E no meio da tragédia...

Até a PJ dá sinais de total descontrolo, dando o dito por não dito, agora, ao afirmar que há indícios de mão criminosa no incêndio de Pedrogão Grande depois de atestar, um par de horas após o início do desastre, que se tratou de um incêndio devido a causas naturais.

Um país entregue à sua sorte

quarta-feira, junho 21, 2017

What else?


Culpados dum raio

Democracia e soberanismos

Incêndios e órgãos de soberania

Não sei o que é mais dantesco nos incêndios: se a devastação humana e material ou a instrumentalização do aparelho de Estado levada a cabo pelos órgãos de soberania para branquear as responsabilidades.

Os efeitos da regionalização encapotada

Desinformação, mentiras e negligência

Os mortos são um pormenor

terça-feira, junho 20, 2017

What else?

Presos por boys e mais boys

É preciso uma tragédia para perceber que o país está preso por arames... E por boys e mais boys dos aparelhos partidários... Ou melhor: não terá chegar o momento de saber como funciona, verdadeiramente, a protecção civil? 

Há uma diferença entre não saber e não querer saber

Luto

Mortágua moderada

Devem ser ordens do Papa Chico.

Luto e firmeza

Os abracinhos não resolvem (e desresponsabilizam)

«Lamento imenso, mas não tenho paciência para a cultura de silêncio que se está a tentar impor neste caso. Lamento, mas respeitar quem morreu não passa por ficar calado, passa por mostrar indignação e revolta. Porque é ultrajante ouvir políticos a falar em “imprevisibilidade” quando este é o fenómeno mais português de todos. Porque é ultrajante ouvir o líder da corporação dos bombeiros a falar em “natureza revoltada” quando este é um problema português. Porque é patético viver num país onde ninguém se demite depois de uma tragédia desta dimensão. Porque é triste viver um país liderado por um Presidente que coloca sempre os seus abracinhos à frente de qualquer outra coisa. É obsceno ouvir o Presidente dizer “fez-se o que era possível fazer” após 64 mortes provocadas pelo fenómeno mais previsível e estudado de Portugal».

segunda-feira, junho 19, 2017

What else?

Costa e a ministra

«Muito interessante a declaração do primeiro-ministro António Costa na sua última entrevista a uma televisão: "Os ministros não servem para criar problemas, mas sim para os resolver!"».

Hermínio Loureiro detido

Incêndios e a crónica

Marcelo voltou a falar sobre os incêndios. E só me lembrei do que escrevi há oito meses: «Marcelo: auto-
-estima, pântano e bailete
».

Onde andam o Bloco e o PCP?

Começa a ser exasperante! E chocante! A diferença entre Bloco de Esquerda e o PCP não pode ficar pelas questões de costumes, nomeadamente em relação à tradicional posição troglodita dos comunistas sobre o sexo, identidade de género, expressão de género e orientação sexual. Não, de facto, há mais, muito mais que une esta esquerda de merda: as migalhas do poder... Qual silêncio embaraçado sobre a tragédia de Pedrogão Grande...

Aprender a lição


O Ocidente em questão

domingo, junho 18, 2017

What else?


Pedrogão Grande: à espera de Azeredo Lopes

No meio desta tragédia e farsa pública, em que cada um tenta disfarçar o indisfarçável, só falta mesmo a rábula dos milhares de militares no terreno. Alô, Azeredo Lopes, é preciso dizer alguma coisa que a coisa está a aquecer...

Pedrogão Grande: vai uma selfie?

Após 24 horas do início do grande incêndio de Pedrogão Grande, nem uma pergunta, nem uma observação, nem um pingo de vergonha por não confrontar, directa e explicitamente, o presidente da República e o primeiro-ministro com as afirmações que proferiram no ano passado. Vai uma selfie?

EDP: pública por natureza

Incêndios: Marcelo e Costa em 2016

DN, 10 DE AGOSTO DE 2016

DN, 20 DE AGOSTO DE 2016

A liturgia democrática

Pedrógão Grande: repetição da tragédia

É assim, todos os anos. A tragédia, mais uma vez. A discussão recomeça, banal, medíocre e inconsequente. O número de vítimas aumenta.

sábado, junho 17, 2017

Sábado! What else?

Pobres de Londres

Quem conhece Londres sabe que North Kensington pode ter Portobello Road, mas não é South Kensington. Por isso mesmo as imagens e as histórias de vidas desfeitas e perdidas na Torre Grenfell ainda impressionam mais.

É para rir?

«O governo, que entrou ontem em cena e limitou-se a não estragar a herança, afirma por aí que os méritos lhe pertencem por inteiro. Perante isto, o que faz o repórter nacional? Pensa pela sua cabeça? Contrapõe? Confronta? Não. Fica mudo e quedo, sem se aperceber da sua triste figura como correia de transmissão da propaganda reinante. E as televisões? E os jornais? Esses, pelos vistos, apreciam ter espantalhos de micro na mão, ao mesmo tempo que lamentam a perda de leitores e a ‘crise do jornalismo’. Isto é para rir, não é?».

Não passa com a idade

Há opções, características e traços de personalidade que não passam com a idade. Muito pelo contrário, nalguns casos até se tornam ainda mais vincados. O caso de Carlos César, que continua em funções, é  um exemplo... E o caso do pedido de expulsão liminar de um eurodeputado do PS é outro...

Operação remédio santo

Aos Césares o que é dos Césares

sexta-feira, junho 16, 2017

What else?

O país que mistura alhos com bugalhos é muito pobre

César ainda mexe?

Carlos César ainda é líder do emprego familiar, perdão, da bancada parlamentar do PS?

Um albergue espanhol em França

Deliciado, simplesmente

A denúncia do tráfico de influências e da corrupção viraram moda. Nunca é tarde de mais...

Para além dos Césares

quinta-feira, junho 15, 2017

What else?

Mudança de rumo?

Um dia o povo dirá “basta”

Londres em desastre

quarta-feira, junho 14, 2017

What else?


Um Coração Normal

A rever um filme incrível.
Que ninguém deveria esquecer.

Inglaterra e França: a abstenção tem vantagens?

Castas

Progressista e liberal

Lindas histórias de amizade e amor familiar

À boleia de qualquer coisa

Depois do comentário político entregue aos políticos, chegou a vez da política e do futebol se confundirem cada vez mais no espaço público. Não admira que, a breve prazo, um protagonista do chuto na bola nos esteja a governar, a nível local ou central. Boa sorte, Portugal!

Assim morrem as Democracias

Em busca da comunidade perdida

A campanha eleitoral permanente

O túnel que vai dar a Lisboa

Uma política ‘May Way’


Eleições britânicas: recordando Thatcher e Reagan

Vladimir Putin não suporta oposição

segunda-feira, junho 12, 2017

Reaberta investigação a filha de presidente

O poder do loby da energia

Estado e estado de alma

«Marcelo e Costa levaram ‘tampa’ de Temer». As reacções do presidente e do primeiro-ministro não surpreenderam, pois existe cada vez mais uma enorme confusão entre Estado, estado de alma e questões pessoais. 

Nuclear: brincar com as nossas vidas

O mais solitário entre os homens

As rendas do regime e o mistério dos bolsos rotos

E Comey pariu um bufo

É tudo de Macron. PSF desaparece sem combate

A ilusão do poder

domingo, junho 11, 2017

What else?

Macrom e o resto da esquerda

Emmanuel Macron venceu. E o PS francês afundou. É a grande reviravolta na política francesa, mais do que anunciada, para quem seguiu os socialistas franceses tão agarrados aos velhos clichés como ao grande capital. 

Lacerda Machado: da pouca-vergonha à crítica do BE

A crítica frontal e directa chega sempre a tempo. Sem meias-tintas. Sem as subtilezas que têm mantido o equívoco e o pântano. E veio pela mão do PSD. Concorde-se, ou não, Pedro Passos Coelho chamou pouca-vergonha à nomeação de Lacerda Machado, amigo de Costa. E o Bloco de Esquerda também já avançou com críticas suaves. Quem diria... Os papéis invertidos...

PSL: o fim da carreira política?

A entrada da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa no capital do Montepio é algo que ultrapassa todos os limites. Mas é mais: é o sinal claro do fim da carreira política de Pedro Santana Lopes?

Banca assalta esmolas

«Portugal anda há 25 anos a comer capital. Tendo adquirido hábitos europeus sem a produtividade europeia, sofre um desfasamento financeiro crescente. Durante 15 anos as dívidas pública e privada explodiram até que, com o fecho dos mercados na crise de 2008, o endividamento parou. Então passámos a vender as «pratas da casa» para manter a ilusão. Com privatizações no Estado e fusões no privado, o estrangeiro já é dono das principais empresas, bancos e imobiliário nacionais. (...) O caso do Montepio é evidentemente muito difícil e exigente. Não existem soluções boas, mas algumas são muito más. Pretender envolver o dinheiro das Misericórdias na solução mostra apenas que as autoridades, depois de terem falhado na sua função de supervisão, depois de andarem a empastelar a solução à espera de milagres, agora até já perderam o resto que ainda tinham de vergonha».

Que emprego se está a criar

Delação - II


O Portugal que estamos


O Ocidente e o Islão

Caixotes e conta-gotas premial

«Há anos que os juízes e Procuradores nos casos do crime económico-financeiro fazem os julgamentos amarrados a montanhas de caixotes que transportam as provas infindas, ultra-técnicas, resultado da laboriosa desmontagem de esquemas labirínticos. A digitalização dos caixotes não muda a lentidão corrosiva destes julgamentos. Agora que as sirenes voltam a tocar, neste Portugal das pequeninas corrupções até à corrupção ocupante de zonas do aparelho de Estado, com a “democratização” de redes de subornos e avenças, voltemos estoicamente ao tema maldito. (...) A colaboração premiada nada tem de desleal, é submetida aos princípios constitucionais do contraditório, não representa prova proibida, ao contrário dos desesperados defensores de um Estado de Direito impotente. E se de repente começam a surgir provas sólidas?».

Lua Cheia


sábado, junho 10, 2017

Sábado! What else?


Índice de percepção de fraude em Portugal

José Eduardo Agualusa arrasa

«Nunca pediria asilo à embaixada portuguesa, com medo de ser entregue».

Estrada cortada

Mudanças na Banca

Sobrinho Simões brilhante

O discurso de Manuel Sobrinho Simões estava a fazer falta para se recuperar a verdadeira ideia de ser português. Sem complexos do passado, sem bairrismos mesquinhos e sem megalomanías balofas.

P. S. Será que Isabel dos Santos e o seu excelso marido assistiram aos discursos do 10 de Junho da janela de casa?

sexta-feira, junho 09, 2017

What else?

Boulevard de Sébastopol

O país que não existe

Theresa May: ainda vale a pena ser moderado?

Teresa May aprisionada

Globalmente presos por arames

May e a Democracia

Thersa May perdeu, mas fez aquilo que em Democracia deve ser feito: em momentos cruciais chama-se os eleitores às urnas. Mesmo com uma maioria absoluta. Seria possível tal acontecer em Portugal?

Lições de Costa


Secretas sem segredo


quinta-feira, junho 08, 2017

What else?

O próximo alvo do processo EDP é o ex-ministro Manuel Pinho

Busca ao escritório do ex-presidente da RTP

O que diz o PCP de Nicolás Maduro?

Mexia, o último dos gestores (públicos)

Corte na prestação de serviços "é uma desumanidade"

Turismo: do passado inventado às insuportáveis peneiras

Convento de Cristo: e os parolos impunes


P. S. Ainda não houve demissões na Direcção-Geral do Património?

Do terror à esperança

quarta-feira, junho 07, 2017

What else?

Venezuela, meu amor

Secretas: Júlios de vela

Os Júlios já não estão a dar nas secretas. Nem Júlio, nem José Júlio. Com ou sem avental. Agora, só falta mesmo um José Júlio Pereira Vitorino... Costa.

Mentiroso? Divulgue os telegramas de Jacarta e Díli para Portugal

«Senhor embaixador, prove que estou a mentir».

Uma democracia suspensa no tempo

Cotadas não podem brincar com o país

Eduardo Catroga afirma: «Não se brinca com empresas cotadas». É caso para recordar aos arguidos e sobretudo ao ex-ministro das Finanças: as empresas cotadas não podem brincar com a Justiça. E muito menos com o país.

Apagão

Bourbons e Bruxo



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segunda-feira, junho 05, 2017

What else?

António Costa vai de férias para onde? E vai sozinho?

«Dia a dia Portugal torna-se um país ingovernável».

Lisboa: Rua Cor-de-Rosa


 A close look to turn off... Pink

O Apelo de Praga: Coligação para a Renovação Democrática

Sabe bem pagar tão pouco

Terror normal


Terrorismo: dizer basta

É tempo de dizer basta às políticas dos Estados ocidentais em relação ao terrorismo. Qual Janus da modernidade, de manhã combatem os fundamentalistas, de tarde fazem negócios com eles e à noite, certamente, vendem-lhes armas através de países terceiros para alimentar as insaciáveis indústrias de Defesa. Não, a culpa não é da Internet. E a solução nunca será a diminuição dos Direitos, Liberdades e Garantias, como se continua a comprovar ano após ano, ataque após ataque, com o número de vítimas a aumentar.

domingo, junho 04, 2017

What else?

Alguém apaga a luz?

«Continuaremos a empobrecer todos, para gáudio de uns tantos».

Paula Rego, a Agustina da pintura

«Quando finalmente libertou na arte os seus fantasmas Paula Rego tinha o mundo à sua espera».

Donde vem o Donald

Sinais do apocalipse

«A esquerda tolera merkel e tem esperanças com Bilderberg».

Capacitar para os direitos