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Rui Costa Pinto - Jornalista/Editor/Publisher

quarta-feira, abril 26, 2017

Joana Mortágua, obviamente

As gémeas Mortágua são mesmo uma moeda com duas faces. E ambas têm talento: ao ponto de as ter confundido porque não ouvi o discurso do 25 de Abril em directo (ainda há quem tenha de trabalhar mesmo que seja para ganhar uma côdea!). Mas lá que o discurso da Joana foi brilhante e devia ter dedinho da mana Mariana, de certeza que sim (ou seja, mesmo de fora é muito bom).

Um símbolo de Abril

Viagem pela memória: Chavez e Hollande, esperanças do socialismo

Corrupção

«Não penalizar o enriquecimento ilegítimo é crime de lesa-pátria».

Matar ou morrer

Uma espécie de Costa

«Costa recusa referendar regionalização nesta legislatura». Até quando? Com o aparelho do PS? O Estado? O SIS?: Só lhe resta mesmo o jogo sujo. Não há limites?

terça-feira, abril 25, 2017

Mariana Mortágua, obviamente

25 de Abril e o Cante Alentejano

É uma das imagens políticas mais marcantes da minha vida pessoal e profissional. Foi na Assembleia da República, no dia 25 de Abril de 2015: o Cante Alentejano marcou presença na Assembleia da República, pela mão de Assunção Esteves. Passados quase dois anos, em 15 de Abril de 2017, em Serpa, depois de editar um livro sobre o Cante, de Ana Baião, com textos de Lumena Raposoouvi ao vivo, pela primeira vez, o Grupo Coral e Etnográfico da Casa do Povo de Serpa, liderado pela mesma magnífica voz, de Carlos Arruda. O 25 de Abril, ano após ano, continua a ser o mesmo sonho lindo!

segunda-feira, abril 24, 2017

Drama em quatro actos

Metade dos franceses votaram contra o euro e a UE

A regionalização outra vez

Nós, a França e o NHA


A Europa está de regresso

«O resultado da primeira volta em França contraria a marcha política que predominava neste início de século».

Macron e o júbilo da esquerda

Emmanuel Jean-Michel Frédéric Macron ganhou a primeira volta das presidenciais francesas, batendo Marine Le Pen. A esquerda e a extrema esquerda rejubilam. Mesmo que Macron tenha ajudado a afundar ainda mais a economia francesa (ex-ministro da Economia do governo de Manuel Valls) e de ter um passado profissional ligado à banca de investimentos, um dos bastiões da globalização financeira. E depois do mal feito... O  mal menor, sempre o mal menor...

sexta-feira, abril 21, 2017

A França, o homem doente da Europa

França e o ataque cirúrgico

Mais um ataque terrorista em vésperas de eleições. Não é o primeiro. E, a continuar pelo mesmo caminho, não será o último. Resta perguntar: a quem serve uma segurança assim tão de feição de interesses e lobbies?

O direito ao erro dos jornalistas é a certeza de termos direito à informação

Pânico moral

Prazos cumpridos


quarta-feira, abril 19, 2017

A diferença entre Theresa May e António Costa

Caixões para bebés

Londres vai ter oposição


terça-feira, abril 18, 2017

Theresa May anuncia eleições

Como estamos longe do Reino Unido. 

Da circulação das espécies

Terapia de choque

Falar de corrupção em Portugal é cada vez mais complicado

Os abusos das autarquias

Costa sem tempestades


Encurralados: “Se uma pessoa está disposta a morrer, resiste a tudo”

Um depoimento incrível. Uma memória triste e lúcida. E que até consegue fazer rir!



segunda-feira, abril 17, 2017

BES: entre Suiça e Portugal



A verdadeira bandeira

Em defesa do PCP


quinta-feira, abril 13, 2017

Lançamento livro


O Mistério da Azinhaga dos Gafanhotos

«Talvez o problema estivesse no sítio onde atuavam, aquela azinhaga feita de lixo e buracos, entalada entre dois bairros clandestinos, frequentada por pedintes. A polícia nem lhes ligava, não eram alvo de escutas, uma desolação. Na esquadra da PSP mandavam-nos sempre embora depois de identificados, num desprezo humilhante. Ultimamente, era uma neura pegada, a malta não trazia dinheiro, só conseguiam gamar selfsticks, com a epidemia de indianos a vendê-los. Liam os jornais com inveja dos grandes criminosos, eles que não conseguiam nem uma noticiazinha, quanto mais arranjar maquias para transferir para offshores. Sonhavam com isso à noite enquanto viam o brilho das luzes da grande cidade, lá longe, alimentavam a esperança de, um dia, dar um golpe monumental que lhes providenciasse a posse de um camião de notas, sem deixar rasto. Naquela azinhaga não se passava da cepa torta e quando tentavam ir para outros lados mais rentáveis logo eram espancados e escorraçados».

O direito à reforma para quem não teve infância

A culpa não é dos governos, é nossa

A melhor fotografia de Aznar

quarta-feira, abril 12, 2017

Mais um rasca no governo: chama-se Costa

É o António! Entre piadolas e truques, vale tudo. Até brincar com a deficiência de Shauble. Não fora Luís Montenegro, líder parlamentar do PSD, Costa teria resposta pronta e merecida. Resta a dignidade e frontalidade de Miguel Poiares Maduro que não tem medo de classificar o comportamento de António Costa. Enquanto o primeiro-ministro não faz o óbvio e rapidamente: apresentar um pedido de desculpas.

P. S. Santos Silva já tem companhia.

É tão bom, não foi?

«Não admira, pois, que António Costa faça juras de amor eterno aos parceiros parlamentares. Porque, nesta fase, pode perder mais do que ganhar se quiser afirmar-se pela diferença, canibalizando eleitorado à Esquerda que pode muito bem, e de forma menos hostil, passar-se para o seu lado, entusiasmado com a ideia do voto útil. Sem a rua, PCP e BE vão ter de agarrar-se às contrapartidas inscritas no acordo tripartido ainda por cumprir. Vão ter de demonstrar que, sem eles, não era possível ter devolvido rendimentos e até alcançar um défice histórico. Vão ter, sobretudo e mais importante, de encontrar novas linhas vermelhas para fazer vergar os socialistas e dar sentido ao seu discurso. Vão ter, basicamente, de fazer oposição ao Governo. Que é uma coisa que António Costa não tem tido».

O "sucesso" de Manuel Dias Loureiro

Uma encenação falhada

Finalistas aprenderam com geringonça

Costa, Tsipras e o Bloco


domingo, abril 09, 2017

Justiça: indignados e indignados

Sempre que há a conclusão de mais um processo judicial que envolve uma espécie de notável qualquer, que gera uma forte e crítica onda popular, lá vem o coro dos indignados contra o justicialismo. E até, entre eles, não faltam os que escondem conflitos de interesses e relações privilegiadas com certos amigalhaços. Se a Justiça tem que prestar contas, também ninguém pode ficar indiferente a um punhado de cínicos que "ignoram" que a luta contra a corrupção é desigual. Talvez seja por isso mesmo que nunca reclamam o óbvio: legislação clara, com molduras penais exemplares, e meios para os investigadores criminais apanharem esta elite de ladrões.

Lisboa envelhecida e em ruínas é mais típica?

Quem serão os verdadeiros cínicos?

Justiceiros


terça-feira, abril 04, 2017

Sim, dá muito jeito ter António Costa no governo

Liquidar para reinar

Esquerda e bancos

É surpreendente assistir a um governo das esquerdas a salvar bancos a torto e a direito com o dinheiro e/ou a garantia dos contribuintes. Mas ainda mais surpreendente é constatar que a óbvia nacionalização do Novo Banco é substituída por um negócio com o Lone Star, outrora apelidada de fundo abutre.

P. S. A propósito: já nem se diz mal de Sérgio Monteiro? Por que será?

Tribunal Constitucional

Se o Novo Banco fosse um telemóvel

Macacos à solta

«Terá o aparelho de Estado medo destes energúmenos?».

segunda-feira, abril 03, 2017

Os protectores

O consenso

«Da República não vale a pena falar: foi o terrorismo até Dezembro de 1917 e a seguir uma ilimitada corrupção, que se julgava favorável a Portugal inteiro, sem distinções geográficas e sociais. Salazar extinguiu estes festejos e estabeleceu a ditadura que se conhece ou que talvez hoje, 2017, já seja uma memória vaga. Mas mesmo Salazar não se coibiu de ridicularizar o consenso. A oposição pedia liberdade. Mas para quê? Para, como antigamente procurar a união dos democratas? Se era de união que se tratava, ela já existia e chamava-se União Nacional, que, como se sabia, não era um partido. Em 1968, quando Caetano chegou, chegou preso à guerra colonial e às polícias, o que não o impediu, segundo as suas próprias palavras, de procurar sempre o “ponto de equilíbrio” da “razão e do senso”».

27 referendos, já

E depois dos presidentes trogloditas

Que descentralização queremos?

Velho banco

«Aqui como noutras coisas, a esquerda não tinha nenhuma solução alternativa».

Pago com o pelo do cão


sábado, abril 01, 2017

Castigar os britânicos por causa do Brexit é uma má ideia

Sampaio arranjou uma bolsa para financiar a sua biografia, mas ninguém revela valores

O sonho dos eurocratas

Notícias Falsas

quarta-feira, março 29, 2017

Ronaldo mais aeroporto

É igual a Madeira. Portugal. Mesmo que a elite do costume estrebuche perante a gargalhada geral.

Montepio: E depois da bazófia...

Operação Marquês. Ministério Público investiga outros banqueiros

Um divórcio não é um funeral

Vem aí crise?

segunda-feira, março 27, 2017

Os indignados da treta

Esquerda neoliberal


Dijsselbloem: resposta à portuguea

Face às declarações de Jeroen Dijsselbloem, alguém poderá levar a sério a reacção de Augusto Santos Silva? Para troglodita.... Ou melhor, resultado: Dijsselbloem ainda continua a presidir ao Eurogrupo. 

sexta-feira, março 24, 2017

quinta-feira, março 23, 2017

As tentações da capitalização da CGD

Vara e o regresso ao passado

O descaramento pode não ter limites. Hoje, tal como no passado. No Parlamento.

Secretas não desistem

O acesso dos serviços de informações a metadados (primeiro passo para poderem fazer escutas legais) foi recuperado por António Costa, depois de Passos Coelho também o ter tentado e depois de ter recebido um chumbo de 12 votos contra um no Tribunal Constitucional. É caso para dizer que as secretas não desistem. Nem António Costa, sempre atento a cada oportunidade. 

terça-feira, março 21, 2017

Belém: começou o desastre

Mais tarde ou mais cedo, o bailete, a conversa fiada e a ligeireza inacreditável tinham de dar mau resultado: «Marcelo diz ser "único porta-voz de Belém" e desmente "indignação"».

Remunerar a qualidade

Rendas da energia mais garantidas que a primavera

sexta-feira, março 17, 2017

Deputados e sócios de empresas com contratos públicos




"Estavam todos feitos"

E depois dos apelos lancinantes

«PGR já aceitou adiamento do prazo da Operação Marquês».

SONAE: falar no momento certo

É igual investigar um qualquer cidadão anónimo ou alguém com poder?

«É do senso comum que as investigações criminais que envolvem cidadãos com estatuto económico, social ou político trazem particulares desafios à Justiça e aos seus agentes, sendo também certo que, quanto ao seu objeto, estes processos não trazem maiores dificuldades do que aquelas que surgem nas investigações ao crime organizado e que se podem sintetizar no poder dos investigados, na sofisticação na execução do crime e na ocultação dos seus proventos. (...) Reconhecendo-se não ser possível evitar a mediatização destas investigações, parece assisado que a Justiça reaja da única forma ao seu alcance para minimizar os prejuízos que este “foguetório” causa à sua credibilidade - deixando cair o “segredo de Justiça” logo que por qualquer motivo a investigação se torne conhecida publicamente, desarmando assim quem faz da vitimização o seu “ negócio”».

A revolta da tolerância

A esquerda, a direita e a liberdade de expressão

«Os políticos no poder, em geral, gostam pouco da liberdade de expressão».

‘In vino veritas’


quarta-feira, março 15, 2017

PS e Ana Gomes

À medida que a Acusação de Sócrates está perto de ser conhecida é de registar apenas uma voz no seio do PS - Ana Gomes - que teve a coragem e a dignidade de resumir a questão política que o Partido Socialista recusa ver e admitir em relação ao caso Operação Marquês e ao ex-primeiro-ministro José Sócrates: «Independentemente do caso que está na justiça, e eu sou crítica pela demora na formulação de uma acusação que até provocou a prisão preventiva, aquilo que José Sócrates já admitiu publicamente em relação às acusações que estão em investigação é extremamente grave sobre a falta de idoneidade do personagem».

O caso mais importante da Justiça portuguesa

Provar. Prender. Julgar

«Em toda a parte, a prisão preventiva nos processos de crime económico-financeiro dos famosos provoca certas interpretações mediáticas patológicas, do tipo lobo mau que quer comer o capuchinho. É preciso compreender a verdadeira natureza e finalidade da prisão preventiva. Saber quem é e onde está o lobo mau. A prisão preventiva não pode confundir-se com a prisão para o cumprimento de uma pena. Acontece em geral, numa fase precoce do processo, tem natureza excecional. Não pode ser decretada, nem mantida sempre que for possível substituí-la por medidas mais brandas para o arguido, sendo examinada trimestralmente e revogada por enfraquecimento das necessidades cautelares. (...) Em histórias densas como uma floresta é preciso tomar as medidas adequadas a assegurar a recolha das provas para o julgamento. Por vezes a prisão preventiva é a única forma de atingir esse fim. Principalmente, quando o lobo mau aparece disfarçado de capuchinho».

Portugal, o país onde não podemos escrever livros

Na penumbra do interesse público

Caixa sem surpresas

As críticas de Sócrates


terça-feira, março 14, 2017

Centeno tem razão: o Portugal de hoje é diferente

Sócrates

Quantos portugueses têm o mesmo direito à defesa, dentro e fora do DCIAP, de José Sócrates? The show must go on!

A moção da RGA

Partidarite

"Assunção Cristas, acha normal?!"

Sempre a velha cabala


Novas provas novo prazo


segunda-feira, março 13, 2017

Não, não é o regresso do PREC

A liberdade é uma coisa que não assiste à esquerda

O princípio e o fim


Sócrates: MP cumpre

José Sócrates vai ser ouvido novamente pelo Ministério Público. Em cumprimento da Lei.

A hora da verdade


É Este O Mundo Em Que Queremos Viver?

«É o título de um livro de Eva Joly, a emblemática juíza de instrução no caso de grande corrupção e branqueamento, que envolveu altos responsáveis políticos e empresários da petrolífera “Elf. Nele, a juíza relata as ameaças de que foi vítima e denuncia os métodos criminosos utilizados na grande delinquência financeira, com a cumplicidade da banca, de certos políticos, perante a impotência dos magistrados. (...) Foi escrito há mais de dezassete anos, mas podia ser hoje. (...) O modelo aperta-se cada vez mais. Os crimes fiscais relacionados com impostos directos ou indirectos, são incluídos expressamente no âmbito da atividade criminosa grave relacionada com a reciclagem do dinheiro sujo. Impõe um registo central sobre os beneficiários efetivos, troca de informação, mais transparência, mais prevenção dos riscos. As autoridades competentes, os supervisores e as entidades abrangidas pelo dever de informar deverão ser pró-ativas no combate às formas inovadoras de branqueamento de capitais. Mas quando não sabemos que deficiências estratégicas, que inoperâncias, nos exporão novamente aos perigos a prevenir, é caso para pensar - é este o lamaçal em que temos que viver?».

Offshores, silêncios e conveniências

Quem indicou Paulo Núncio para a secretaria de Estado dos Assuntos Fiscais do XX governo Constitucional? Passos Coelho? Maria Luísa Albuquerque? Ou será que foi o porteiro do Largo do Caldas?

Tempestade no alto mar

Uma democracia “diferente”?